Presidente do LAL e senadora Ana Amélia Lemos visitam centro de P&D e fábrica de medicamentos biológicos nos EUA

Presidente do LAL e senadora Ana Amélia Lemos visitam centro de P&D e fábrica de medicamentos biológicos nos EUA

 

A presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, Marlene Oliveira, visitou no final de maio passado as instalações da MedImmune, unidade de pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos da AstraZeneca, na cidade de Gaithersburg, estado de Maryland, nos Estados Unidos, num programa de informação e atualização de conhecimentos sobre medicina personalizada e tecnologia em saúde.

Desde 2015 o Instituto se dedica à multiplicação de informações sobre os benefícios da Medicina Personalizada, parte de seu planejamento de ações institucionais no Congresso Nacional brasileiro, na defesa da adoção de políticas públicas que valorizem este conceito da medicina moderna.

A convite da empresa, a presidente do LAL esteve acompanhada da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), uma das parlamentares que se mobilizaram pela aprovação da lei da notificação compulsória de novos casos de câncer no país, no último dia 30/5 no Senado Federal.

A agenda incluiu uma visita à sede da MedImmune/AstraZeneca na cidade de Gaithersburg e também da unidade fabril em Fredericks, ambas em Maryland, onde elas assistiram a apresentações de nove cientistas PhDs sobre oncologia, doenças cardiovasculares, renais, metabólicas e respiratórias. O cientista brasileiro Dr. Marlon Rebelatto, membro da equipe de Pesquisa & Desenvolvimento da MedImmune /AstraZeneca, participou da programação.

"O Brasil perdeu um grande talento, mas os pacientes do mundo inteiro ganharam muito", observou a presidente do LAL, referindo-se ao pesquisador, radicado há 26 anos nos EUA. Depois da visita, a empresa divulgou comunicado interno relatando a iniciativa "coordenada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, um dos mais importantes grupos de defesa de pacientes no Brasil".

Em seu retorno ao Brasil, Marlene Oliveira acompanhou a divulgação da Organização Mundial da Saúde (OMS) dos dados sobre doenças não transmissíveis e crônicas, como câncer, diabetes e enfermidades pulmonares e cardiovasculares que matam 41 milhões de pessoas a cada ano, o que representa 71% de todas as mortes em todo o mundo.

Em dez anos, o número de mortes no Brasil por doenças não transmissíveis aumentou 26%, passando de 542 mil em 2006 para 685 mil em 2016. "São números impactantes e lamentáveis - disse Marlene -, ainda mais quando comparados ao crescimento da população no mesmo período, próximo a 9% (de acordo com o IBGE)".

No seu entender, "essa realidade motiva o Instituto Lado a Lado pela Vida a perseguir na missão de criar campanhas de prevenção, como a do Novembro Azul e a Siga Seu Coração e Tome uma Atitude, além de divulgar informações importantes aos pacientes, para que façam as melhores escolhas em seus tratamentos", concluiu.

A senadora Ana Amélia publicou em suas redes sociais que "a convite do  Instituto Lado a Lado  pela Vida, que representa os interesses dos pacientes de câncer e outras doenças, visitei o MedImmune/Astra Zeneca, um dos maiores centros de pesquisa de medicamentos biológicos do mundo".

Segundo ela, "há o convencimento entre os pesquisadores de medicina oncológica de que o câncer, quando diagnosticado precocemente, tem cura! Outra crença desses especialistas é que o câncer, no futuro, poderá, com a inovação nos medicamentos, tornar-se uma doença crônica tratável! Existem evidências científicas que medicamentos produzidos a partir de células de mamíferos têm maior eficácia no tratamento do câncer do que os sintéticos".

A MedImmune/AstraZeneca investe por ano US$ 6 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos.